Carência (part. Humberto e Ronaldo)
Jorge e Mateus

Dez pras seis da manhã e olha eu
Camisa toda amassada, voltando pra casa
Trago, no corpo, o cheiro
De outra pessoa que não é você

Eu te dou razões pra não me perdoar
Mas ouça-me um pouco, sente aqui no sofá
Desculpe esse cheiro forte de bebida
É que afoguei as mágoas tentando te esquecer

Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira
Viver na carência, não vira
Me ama direito, já faz mais de um mês
Que a gente não faz amor

Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira
Viver na carência, não vira
Se eu durmo na rua, a culpa é sua
Que não me dá valor

Dez pras seis da manhã e olha eu
Camisa toda amassada, voltando pra casa
Trago, no corpo, o cheiro
De outra pessoa que não é você

Eu te dou razões pra não me perdoar
Mas ouça-me um pouco, sente aqui no sofá
Desculpe esse cheiro forte de bebida
É que afoguei as mágoas tentando te esquecer

Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira
Viver na carência, não vira
Me ama direito, já faz mais de um mês
Que a gente não faz amor

Prefiro sofrer na verdade que amar na mentira
Viver na carência, não vira
Se eu durmo na rua, a culpa é sua
Que não me dá valor