O Caipirão
Léo Canhoto e Robertinho

Estou sentindo no meu peito uma saudade de uma felicidade que se foi pra não voltar,felicidade que meu peito existia da mulher que me fazia um felizardo a sonhar,felicidade que durou tão pouco tempo,ficando em meu pensamento a voz dela me dizer vou lhe deixar para sempre na saudade,tenho outro na verdade não gosto mais de você,essa mulher de fato deu minha centençia,foi embora sem clemencia nao adiantou implorar,e na porteira escreveu com seu baton vou embora caipirão aqui não vou mais voltar,fiquei sozinho muito tempo a sofrer mais no radio ouvir dizer um fato que me entristeçeu,duma mulher que no hospital não viveria se ninguem lhe doaria o sangue igual ao meu.
Introdução
Foi então que em meu cavalo eu muntei,cortando atalho eu chegei ao hospital fui com carinho,doei meu sangue,porem disse miu doutor fica hoje por favor vou lhe arrumar um bom cantinho,alimentado aqui voce vai repousar,pois eu posso precisar do seu sangue mais um pouquinho,no outro dia o doutor veio me dizer,qualquer dia vou comer la no seu rancho em franguinho,o doutor disse vocequer ver a mulher bastante bela que esta dormindo igual um que faz gosto olhe bem para aquele gosto tem seu sangue na veia dela,quando avi reconheci que era ela pasmado olhei,e lembrei-me da traição,quando sai escrevi na porta da saí´da quem salvou a sua vida foi o sangue do caipirão.