Cunhada
Teodoro e Sampaio

Cunhada por favor não venha mais
Em suas férias colegiais visitar a minha casa.
Cunhada você acaba me matando,
Cada vez mais transformando o meu coração em brasa.
Cunhada sua irmã, minha amada, pediu nesta madrugada
Que eu fosse lhe cobrir...
Seu corpo, quase despido encontrei,
De tanta tensão fiquei... quase que não resisti...

(Refrão)
Não venha com seu vestido vermelho,
Bem pra cima do joelho, em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esqueça,
Posso perder a cabeça e uma hora te agarrar.

Cunhada, eu ouço você ao lado
Se mexer no alcochoado quando seu sono não vem.
Cunhada, eu estou no outro quarto,
Com a alma em sobresalto, a noite inteira também.
De canalha eu sei que vão me chamar,
Somente por eu amar a irmã de minha mulher...
De tudo meu coração é culpado,
Amando sem ser amado, querendo quem não me quer...

(Refrão)
Não venha com seu vestido vermelho,
Bem pra cima do joelho, em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esqueça,
Posso perder a cabeça e uma hora te agarrar.